Hélio Mendes
Foi professor no curso de Administração da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e no curso de pós-graduação da Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação (Esamc).
Trabalhou na Cia Souza Cruz – BAT e, como consultor, coordenou o Planejamento Estratégico de grandes associações nacionais, como a Associação Brasileira de Frigoríficos e o Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil. Atuou também em empresas de destaque como Friboi, Minerva e Brapelco, participando de feiras em quatro continentes.
Na área pública, foi funcionário do Ministério das Relações Exteriores, Secretário de Meio Ambiente da cidade de Uberlândia, assessor do Deputado Federal Homero Santos e consultor da Executiva Nacional do PDS.
Participou de seminários com W. Chan Kim (coautor de A Estratégia do Oceano Azul), Michael Porter, Philip Kotler, Peter Drucker, Gary Hamel e Tom Peters.
Cursou Inteligência Artificial pela Universidade de São Paulo e pela Faculdade Exame.
Uma das maiores autoridades em inovação do mundo, Clayton M. Christensen, afirma que as grandes empresas fracassam exatamente porque fazem “tudo certo” e, quando se confrontam com transformações tecnológicas de rupturas na estrutura do mercado, não conseguem mudar. Esse “tudo certo” é o resultado de vários anos de pesquisas, boas práticas, certificações, premiações, uma cultura…
O que era uma vantagem competitiva pode ser uma grande ameaça: a idade e o tamanho das empresas. Isso, em razão de estarmos na era digital e da tecnologia disruptiva e de que, na maior parte das grandes companhias, os CEOs de hoje foram formados no período analógico. Um bom modelo temos em casa, onde…
Frases cultivadas por muitos, como “o cliente em primeiro lugar, o cliente é o rei”, requerem certo cuidado – se ele é o rei, então você é o súdito. Vamos entender o significado do que está acontecendo. Súdito é o mesmo que “vassalo, dependente, submetido, submisso, subserviente, com obrigação de oferecer fidelidade e proteção ao…
Já ouvi de bons profissionais: “Mas podemos classificar as empresas por níveis de inovação?”. Na era das tecnologias disruptivas e digitais, sim. Antes, não, porque o escopo era melhoria contínua. A inovação era aplicada com conta-gotas, gota por gota, uma pequena melhoria por ano e, às vezes, nem isso. Afinal, alguns empreendimentos foram criados há…
A questão é que, depois que a estratégia deixou de ser sustentável em razão da internet e das novas tecnologias, todo produto ou serviço pode ser substituído em um tempo menor do que antes. “Segundo estudos da Standard & Poor’s, que publica a lista das 500 empresas listadas na bolsa de Nova York, as expectativas…
Em 2011 escrevi um dos primeiros e-books da área de Inteligência Competitiva, com o título: Inteligência Competitiva – o radar das organizações, para atender os clientes e os meus alunos de pós-graduação da ESAMC – Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação. Nessa época, enquanto apenas uma empresa em Uberlândia tinha essa área, 80% das…
“O futuro já está aqui; só não está distribuído por igual”. Citação de William Ford Gibson, essa é uma realidade que muitas organizações não percebem ou não querem levar a sério, porém, é o que direciona muitas empresas à falência. Os produtos ou serviços que irão substituir os seus já estão em algum lugar, em…
A reunião de elaboração dos Planejamentos Estratégicos mudou, e muito, porque vivemos uma era de muitas incertezas. Temos que pensar no máximo de possibilidades e, mesmo assim, vamos estar parcialmente preparados. Indiferentemente do cargo que se ocupa, não há mais lugar para os donos da verdade, e a tão elogiada “eu tenho certeza” do passado…
Não se cria vantagem competitiva sem uma boa e respeitada área de Recursos Humanos. Durante todos esses anos, sempre ouvimos duas falácias: o cliente e as pessoas são nossos principais ativos. Primeiro, não são ativos; segundo, menos ainda são recursos. Nas duas últimas décadas tem diminuído o status do cliente e do RH na maioria…
Lá fora já mudou, no Brasil começa a mudar: as empresas de consultoria de estratégia eram contratadas apenas para manter ou melhorar o modelo empresarial existente, em uma época na qual o mercado não se alterava muito, os produtos e serviços tinham grandes ciclos de vida. Dois bons exemplos eram o setor automobilístico e o…