Hélio Mendes
Foi professor no curso de Administração da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e no curso de pós-graduação da Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação (Esamc).
Trabalhou na Cia Souza Cruz – BAT e, como consultor, coordenou o Planejamento Estratégico de grandes associações nacionais, como a Associação Brasileira de Frigoríficos e o Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil. Atuou também em empresas de destaque como Friboi, Minerva e Brapelco, participando de feiras em quatro continentes.
Na área pública, foi funcionário do Ministério das Relações Exteriores, Secretário de Meio Ambiente da cidade de Uberlândia, assessor do Deputado Federal Homero Santos e consultor da Executiva Nacional do PDS.
Participou de seminários com W. Chan Kim (coautor de A Estratégia do Oceano Azul), Michael Porter, Philip Kotler, Peter Drucker, Gary Hamel e Tom Peters.
Cursou Inteligência Artificial pela Universidade de São Paulo e pela Faculdade Exame.
Da lógica linear do século XX à estratégia orientada ao futuro do século XXI Durante décadas, o planejamento estratégico tradicional orientou organizações em um ambiente marcado por relativa estabilidade e previsibilidade. Estruturado a partir da década de 1960, consolidou-se como referência para a tomada de decisões em diferentes setores, apoiado em análises setoriais, visão concentrada…
Durante décadas, o planejamento estratégico foi conduzido como um rito anual, estruturado a partir da leitura do passado. Fundamentava-se em cenários relativamente previsíveis, diagnósticos retrospectivos e decisões concentradas na alta liderança. Missão, visão e valores eram definidos em um ambiente de estabilidade, com baixa participação das equipes operacionais e pouca consideração sobre a influência da…
A relação entre consultorias e clientes passou por uma transformação estrutural silenciosa, porém profunda. O ambiente empresarial contemporâneo tornou-se mais dinâmico, mais competitivo e, sobretudo, mais orientado a resultados concretos. Nesse novo contexto, não há mais espaço para abordagens superficiais ou relações baseadas apenas em afinidade pessoal. O que está em jogo agora é desempenho…
O principal desafio das organizações permanece essencialmente o mesmo, mas assume, no cenário contemporâneo, proporções cada vez mais críticas. Reportagem recente do jornal Valor Econômico, ao destacar que cerca de 70% das dificuldades na adoção da inteligência artificial no Brasil estão associadas à ausência de estratégia das lideranças e à insuficiência de competências nas equipes,…
A nova série: O novo perfil dos Conselheiros Episódio 1 – Sábado dia 04/04/26 A zona de conforto dos conselhos de administração acabou. E não vai voltar. O mundo corporativo não apenas acelerou — ele se transformou de forma estrutural. A previsibilidade deixou de existir como referência confiável. A nova geopolítica redesenha mercados em tempo…
O Instituto Latino/Hélio Mendes vem consolidando uma agenda de conteúdos executivos voltada à alta gestão, abordando temas estruturantes para organizações que operam em ambientes cada vez mais complexos. Após a série dedicada à nova geopolítica, o foco desloca-se, no mês de abril, para os Conselhos de Administração instância máxima de governança e, portanto, núcleo crítico…
A governança corporativa, em sua concepção original, foi estruturada para garantir controle. Surgiu como mecanismo de proteção, voltado à conformidade, à fiscalização e à preservação de valor em ambientes relativamente previsíveis. Durante décadas, essa lógica atendeu às necessidades das organizações. Hoje, no entanto, tornou-se insuficiente diante da complexidade do cenário contemporâneo. O ambiente empresarial passou…
A série A Nova Geopolítica, desenvolvida pelo Instituto Latino / Hélio Mendes, foi concebida para oferecer uma visão ampla, organizada e estratégica das grandes transformações que estão redesenhando o mundo. Ao longo de oito episódios, a série estruturou uma jornada de análise por regiões e por dinâmicas de poder, permitindo ao público compreender que a…
Em um ambiente empresarial cada vez mais volátil, a consultoria estratégica deixou de ser um instrumento de validação e passou a ocupar um papel essencialmente transformador. Sua função não é legitimar o presente, mas provocar mudanças estruturais capazes de reposicionar organizações diante de um futuro incerto e dinâmico. O ponto de partida de qualquer trabalho…
O planejamento estratégico tradicional foi concebido em um ambiente de relativa estabilidade, no qual projetar o passado para o futuro era suficiente para sustentar crescimento. Durante décadas, essa lógica funcionou. Hoje, deixou de funcionar. A instabilidade geopolítica, a aceleração tecnológica e o avanço da inteligência artificial alteraram profundamente a natureza da competição. Cadeias produtivas tornaram-se…