Hélio Mendes
Foi professor no curso de Administração da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e no curso de pós-graduação da Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação (Esamc).
Trabalhou na Cia Souza Cruz – BAT e, como consultor, coordenou o Planejamento Estratégico de grandes associações nacionais, como a Associação Brasileira de Frigoríficos e o Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil. Atuou também em empresas de destaque como Friboi, Minerva e Brapelco, participando de feiras em quatro continentes.
Na área pública, foi funcionário do Ministério das Relações Exteriores, Secretário de Meio Ambiente da cidade de Uberlândia, assessor do Deputado Federal Homero Santos e consultor da Executiva Nacional do PDS.
Participou de seminários com W. Chan Kim (coautor de A Estratégia do Oceano Azul), Michael Porter, Philip Kotler, Peter Drucker, Gary Hamel e Tom Peters.
Cursou Inteligência Artificial pela Universidade de São Paulo e pela Faculdade Exame.
A utilização da Inteligência Artificial (IA) apresenta inúmeros desafios, e esses obstáculos tendem a se multiplicar à medida que a tecnologia avança. Embora seu impacto seja evidente, ainda estamos apenas no começo desse processo, e até mesmo seus criadores enfrentam dificuldades para controlar plenamente suas criações. Governos ao redor do mundo também estão tentando acompanhar…
Em um mundo cada vez mais globalizado e repleto de incertezas, muitas empresas ainda se apoiam exclusivamente na experiência de seus gestores, sem adotar uma metodologia gerencial estruturada. Essa prática limita a exploração do potencial organizacional e, em momentos de crise, expõe as empresas a riscos significativos. A gestão baseada apenas na experiência tende a…
Vivemos um novo momento na história da administração. Como professor de Teoria Geral da Administração (TGA) por anos em uma universidade federal e depois em uma faculdade particular, observei que o estudo da história da administração como escola se estagnou na década de 1960. Desde então, surgiram enfoques e metodologias passageiras, muitos dos quais são…
Um dos fatores que contribuíram para o sucesso da cidade de Uberlândia foi a visão de futuro adotada pelas grandes empresas locais, todas de origem familiar. Em meus seminários de Planejamento Estratégico e, mais recentemente, no contexto do Planejamento Estratégico Reverso, cito frequentemente o Grupo ALGAR como um exemplo relevante para ilustrar a importância do…
Antes da popularização da Inteligência Artificial (IA), os vieses — distorções de julgamento de CEOs ou equipes — tinham baixo impacto nas decisões estratégicas. Assim, os planejamentos eram elaborados exclusivamente por grupos principais, em ambientes restritos, e atendiam às demandas da época. Durante anos, como consultor, coordenei estratégias nesse formato para grandes empresas, como Brapelco,…
Mais um ano escrevendo artigos todas as segundas e, nos últimos cinco anos, também às quintas-feiras, com alguns extras. Como já faço há mais de trinta anos, antes para jornais e revistas impressos e, já há algum tempo, para a mídia virtual, considerando apenas uma média de 5 por mês, vezes 12 meses, temos 60…
A trajetória da JBS, que começou como Friboi, é um exemplo de sucesso no setor frigorífico. Tenho a credencial para falar sobre essa corporação, pois coordenei seu primeiro Planejamento Estratégico e o de dezenas de outras empresas no setor de frigoríficos, curtumes e artefatos. A missão do JBS, liderada na época por João Batista Junior,…
Rentabilidade é o objetivo central de qualquer gestão bem-sucedida, pois garante a sobrevivência e o crescimento organizacional. Mesmo instituições sem fins lucrativos precisam buscar autossuficiência financeira para enfrentar crises e assegurar sua continuidade. Contudo, ainda há quem veja a busca por lucro como algo condenável. Muitas empresas nacionais falham em estabelecer uma premissa básica: toda…
Revista Diária: Como você avalia o cenário econômico para 2025? Hélio Mendes: 2025 será marcado por grandes desafios. O governo, em seu terceiro ano, ainda carece de um plano estratégico claro e resultados consistentes. Internacionalmente, a aproximação com China e Rússia, somada ao distanciamento dos EUA, pode trazer ganhos de curto prazo, mas gera riscos significativos…
Práticas predominantes nas organizações nacionais não podem mais continuar nos próximos anos, pois comprometem a rentabilidade e, certamente, a sobrevivência das empresas: Não é mais possível revisar apenas o básico da organização. O novo ambiente exige muito mais, ou seja, a necessidade de rever toda a estrutura, que deve estar 100% alinhada ao propósito da…